A secretária municipal de Mobilidade Urbana, Coronel Francyanne, afirmou nesta sexta-feira (06.06) que a Prefeitura vai contratar uma empresa especializada para realizar um levantamento técnico sobre os radares instalados na Capital e definir se haverá retirada, manutenção ou novas implantações.
Segundo ela, a atual equipe da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) não tem estrutura técnica para embasar as decisões. “Nós precisamos da contratação de uma empresa que tenha norma para fazer esse levantamento técnico. A nossa equipe não tem a capacidade técnica para evidenciar esses números e requisitos, para que a gente possa definir sobre novas implantações, bem como a retirada desses equipamentos”, declarou.
A secretária explicou que o processo licitatório para contratar a empresa está em andamento e que, após a conclusão do estudo, será possível anunciar mudanças. “Tendo esse relatório, nós iremos demonstrar quais vamos continuar, se iremos implantar em outros locais, bem como se iremos retirar”, disse.
Questionada sobre as críticas aos equipamentos e sobre declarações do próprio prefeito de que alguns apresentaram problemas, a secretária afirmou que os radares não podem ser retirados sem respaldo técnico. “A própria lei nos traz que, para que ocorra a retirada, nós precisamos desse relatório, dessa comprovação de que tem que ser retirado. Porque não basta só retirar. A gente vai ter que substituir por uma outra forma de redução do fluxo”, declarou.
Ela garantiu que a situação será resolvida ainda neste ano. “O processo licitatório está em tramitação, mas nesse primeiro semestre, nesses primeiros seis meses, a gente vai conseguir executar”, assegurou.
Sobre a possibilidade de instalar novos radares em outras vias, a secretária afirmou que nenhuma região está descartada, mas que tudo dependerá do estudo técnico. “Nós não isentamos nenhuma via de implantação. Vamos fazer um estudo geral para poder deliberar a respeito disso”, afirmou.
Francyanne também ressaltou que, caso haja retirada de equipamentos, será necessário implantar outro mecanismo que garanta a segurança viária. “Essa redução nós temos que avaliar e estudar para poder implementar uma que realmente seja eficiente”, completou.


