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O Treino Aberto é o seu de esportes, porta voz do futebol amador, com apresentação de Everton Moreno.

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21:30 - 22:00 Programa Estilo

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Seg - 15 de Julho de 2024
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Polícia Quinta-feira, 14 de Setembro de 2023, 12:56 - A | A

Quinta-feira, 14 de Setembro de 2023, 12h:56 - A | A

ALERTA DE GOLPE

Familiares de pacientes do HMC são alvo de tentativa de golpes

Bando teria cobrado R$ 1,2 mil por tomografia. Servidores são suspeitos

Jaqueline Hatamoto

[email protected]

Jornalista e repórter do Grupo TV Cidade Verde

O Gabinete de Intervenção, por meio de nota, esclareceu que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, não faz qualquer tipo de pedido de transferência bancária para pagamento de consulta, exame, internação, cirurgia e ou medicamento. A nota foi emitida,  após denuncias feitas familiares de pacientes internados na unidade de saúde, ao Programa do Pop, exibido pela TV Cidade Verde.

Segundo os parentes, criminosos estão se passando por médicos do HMC e cobrando dinheiro de familiares de pacientes para pagamento de procedimentos médicos.

Segundo a filha de uma mulher que estava internada na Unidade de Terapia Intensiva – UTI, que não foi identificada, um suposto médico informar por meio de uma mensagem no WhatsApp que a mãe dela precisaria fazer dois exames de tomografia com um custo de R$ 1.250. Durante a entrevista, a vítima afirmou que achou estranho o médico oferecer o serviço, uma vez que o HMC é um hospital público que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela também suspeita que funcionários do hospital possam estar envolvidos no crime.

A mulher destacou que o criminoso tinha acesso a informações  confidenciais, como nome da mãe,  bem como endereço e outras informações pessoais.

"Minha mãe passou por um procedimento no HMC e, devido a essa cirurgia, foi encaminhada para a UTI, onde ficou por duas noites e um dia. Na primeira noite, ela teve uma leve febre e, no dia seguinte, ligaram para o meu pai informando que era do pronto-socorro solicitando dois exames. O hospital não poderia fazer esses exames ali e não teria como esperar ou entrar na fila do SUS para liberar uma vaga. Eles disseram que havia uma ambulância com uma UTI dentro do estacionamento para realizar esses exames que seriam as duas tomografias custando R$ 1250. A gente sabe que o procedimento foi todo feito pelo SUS, que não teria essa possibilidade. Só que paramos para pensar e essa informação foi vazada de dentro do pronto-socorro. Isso não aconteceu só com minha mãe que está internada, mas teve duas famílias ali também que passaram pela mesma situação”, destacou a filha.

Ela ainda relatou que, durante sua visita à mãe na UTI, ouviu as enfermeiras alertando os parentes dos pacientes para não caírem nesse golpe. O programa também exibiu um print do suposto médico alertando sobre a importância da utilização de um medicamento específico para o controle dos linfócitos.

Segundo o tal médico, os linfócitos são as células responsáveis por controlar as infecções do organismo. Ao longo da mensagem, o profissional afirma que o medicamento custa R$ 289. 

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Print cedido por filha de paciente

O Gabinete de Intervenção na Saúde Cuiabana se manifestou em nota, alertando sobre o golpe e registrando um boletim de ocorrência para que as medidas necessárias sejam tomadas. "O Gabinete Estadual de Intervenção na Saúde de Cuiabá e o HMC esclarecem que a unidade hospitalar não realiza nenhum tipo de transferência bancária para pagamento de consultas, exames, internações, cirurgias ou medicamentos. Ressaltamos que o HMC é um hospital público e o atendimento aos pacientes é feito pelo Sistema Único de Saúde. O HMC informa ainda que registrou um boletim de ocorrência", diz a nota.

 

Nota na íntegra 

O Gabinete Estadual de Intervenção na Saúde de Cuiabá e o Hospital Municipal de Cuiabá “Dr. Leony Palma de Carvalho” (HMC) esclarecem que a unidade hospitalar não faz qualquer tipo de pedido de transferência bancária para pagamento de consulta, exame, internação, cirurgia e ou medicamento.

Ressaltamos que o HMC é um hospital público e o atendimento aos pacientes é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O HMC informa ainda que já registrou um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Judiciária Civil.

Esclarecemos que o contato não integra o quadro de servidores do HMC. Outros casos foram comunicados à Ouvidoria do hospital e foram orientados a também registrar Boletim de Ocorrência.

 

 

 

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